quarta-feira, 30 de maio de 2018

Descobrir a Beira Baixa


Continuando a Descobrir Portugal, desta vez fomos parar à Beira Baixa.
Ouvimos uma música típica da zona, dançámos e batemos o ritmo com palmas.
Também tocámos no adufe que a Ângela trouxe.
No fim, comemos Biscoitos “Esquecidos” da Beira Baixa que foram trazidos pelo Rafael.


Agradecemos aos pais do Rafael por terem colaborado connosco nesta actividade!

Mais uma família


É verdade esta semana tivemos mais uma participação de uma família no nosso projeto de sala. Desta vez foi a família Lourenço que nos veio falar sobre a região das caldas da rainha. Trouxeram-nos para terminar a atividade alguns desenhos nos quais utilizamos uma técnica de expressão plástica nova. Vejam como ficaram bonitos os nossos desenhos,
Para o nosso lanchinho tivemos cavaquinhas pequeninas. Obrigado família Lourenço.





Primavera aos bocadinhos


A primavera tem chegado “aos bocadinhos”, ora temos sol, ora “esta a chover outra vez…”, como dizem os nossos pequenos. Mas entre um e outro dia mais agradável, temos aproveitado para explorar e brincar na natureza…



Adoramos brincar na rua, e quanto mais diferente for a proposta, mais nós aproveitamos…
Famílias na escola
Continuamos a receber famílias que vêm partilhar connosco o momento da história. A última “oferta” veio com a mãe da Carolina, que nos trouxe a história: “Não abras este livro”. Foi uma história bem diferente e divertida que se transformou num jogo de descoberta…

Obrigada por mais este bom momento.

Como estamos crescidos!


Esta semana temos uma grande novidade e mostra com estamos a ficar crescidos. Começámos a beber o leite pela caneca. O nosso lanche foi um pouco diferente, não comemos papa. Primeiro bebemos o leite e depois comemos o pão.



A Cestinha Viajante
A nossa Cestinha Viajante tem andado num vaivém pelo nosso Portugal.
A cestinha viajante andou por Sintra com a família do Denis Dondoescu. Vimos fotos do Palácio de Sintra e do Castelo da Pena. Também podemos sentir o bordado do pano alusivo a Sintra e do azulejo com o castelo. 

Comemos mini travesseiros e queijadas de Sintra.

A cestinha viajante foi até ao Alentejo, mais propriamente a Alpalhão (Nisa-Portalegre) com a família do Simão Rijo.
O Simão trouxe uma boneca vestida com o traje de Alpalhão. E, também trouxe um bolo tradicional desta zona que é o bolo de azeite.
Obrigada às famílias por partilharem tantas coisas giras e importantes. E, por nos trazerem um bocadinho da cultura e da tradição de cada zona trabalhada.


Descobrir o Arquipélago dos Açores


“Os Açores ficam no oceano Atlântico”(M.B.); “São muitas ilhas, são 9 ilhas”(H.P.). E eu sei o nome da ilha de S. Miguel, Corvo, Flores, Santa Maria…”(S.R.), “…Terceira e Pico”(A.P.), “…S. Jorge”(G.B.S.), “…falta Graciosa”(Vanda), “…e Faial”(B.J.).
“Nos Açores há muitas vacas que dão o leite dos Açores”(B.S.). “Nos Açores há a ilha de S. Miguel(T.P.) “Eu trouxe o pano dos Açores com as 9 ilhas. O avô já foi às ilhas todas.(B.J.).”Eu também fui à ilha das Flores(A.R.), ”Eu gostei de aprender que as vacas dão o leite”(G.R.), “Há muitas vacas porque nos Açores há muita erva para elas comerem(C.G.). “Trouxe leite Açores”(F.J.).
Há o queijo dos Açores, é picante mas era bom, eu gostei”(A.M.).”Eu trouxe o queijo dos Açores para nós experimentarmos”(G.S.).”Eu gostei de comer o queijo”(M.M.).
“Eu já fui aos Açores e contei aos amigos do pássaro dos Açores, é o “Cagarro” e nós ouvimos ele cantar ali no computador”(A.R.).
“Há o chá dos Açores, que são aquelas folhinhas que é para fazer o chá, põe-se a água no fogão e quando estiver muito quente põe-se as folhas do chá dos Açores”(T.C.).
“E há muito ananás nos Açores”(G.B.S.).”Eu trouxe o abacaxi e nós comemos cá na sala”(A.P.).
“Nos Açores, há muitos golfinhos”(L.G.), “…e dantes havia as baleias”(T.P.).
“Eu gostei de ver as flores dos Açores”(J.C.), ”São as “hortênsias”(hortenses) e são azuis”(S.R.), “…e também são cor de rosa, nós fomos à procura cá na nossa “Quinta” e só vimos as cor de rosa, as outras ainda não tinha nascido a flor”(R.S.).
“Eu gostei de ver as lagoas, a Lagoa do Fogo e a Lagoa das 7 cidades”(M.V.); “E nós aprendemos a história da lenda das Lagoas(M.M.), “A princesa dos olhos azuis apaixonou-se pelo pastor de olhos verdes mas o rei zangou-se e não queria que eles nunca mais se vissem, eles choraram muito e ficou as Lagoas azul e verde”(M.B.).”E nós também fomos pintar e fazer o desenho das Lagoas”(B.S.).

“Gostei de ver os buracos que deitam fumo”(L.S.), “…as furnas”(B.S.), “…é fumarolas”(C.G.), “…que são para fazer o cozido dos Açores”(B.J.), “É a comida que vai a cozer dentro dos buracos que estão muito quentes”(A.P.), “porque têm água quente a ferver”(G.B.S.), “O cozido tem a carne, batatas, cenoura e couve”(T.P.).
“Eu gostei de dançar a dança dos Açores, e também aprendemos a canção “Ponha aqui o seu Pézinho”(G.S.).

“Eu fui aos Açores de avião e gostei muito. Gostei das flores. E gostei de ir à fábrica do chá e também vi as vacas, muitas vacas. E tirei a fotografia com as vacas e também gostei de ver a Lagoa verde e azul. E trouxe os postais para ao amigos verem”(R.S.).
“Hoje fizemos as queijadas dos Açores”(A.P.), “Pusemos ovos, farinha, manteiga, mel, limão”(M.R.), “…e canela(todos), “e depois mexemos muito e foi ao forno”(A.P.), “Foi naquelas forminhas ao forno e começaram a crescer e já cheirava bem”(M.V.). “E nós comemos ao lanche e estavam uma delícia”(M.V.). “E também comemos as tostas da Joana com a manteiga dos Açores que eu trouxe”(T.P.).
“E acabámos as regiões de Portugal”(B.S.).”Andámos a “Descobrir Portugal”(L.G.). “E a aprender sobre muitas coisas”(G.S.). “Aprendemos as danças de Portugal”(M.V.). “Comemos a comida de todo o Portugal”(G.B.S.). “E vimos as roupas de toda a região de Portugal”(A.P.). “Aprendemos as histórias muito antigas das cidades de Portugal”(C.G.). “Vimos os animais e as flores”(R.S.). “Aprendemos as músicas e as canções de Portugal”(H.P.).”E também vimos os instrumentos”(T.P.). “Eu gostei de aprender muito sobre Portugal”(M.V.).


sexta-feira, 25 de maio de 2018

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Passeio/visita ao Museu do Traje


Fomos ao Museu do Traje (Bárbara) para ver as roupas que os senhores usavam (Carlota A.) os senhores, as senhoras e as crianças (Alexandre). Vimos roupas do antigamente (Sebastian) e eram muito giras (Matilde), as senhoras usavam vestidos compridos muito giros (Raquel) pareciam vestidos das princesas (Beatriz). As roupas dos senhores também eram bonitas e elegantes (Martim).

Depois fomos conhecer um Jardim muito grande (António) - Parque Botânico Monteiro-Mor – com muitas flores (Afonso), árvores (Violeta) e relva (Santiago) e tinha um lago com tartarugas (André).
Neste parque fizemos o nosso piquenique (Leonor) e depois fomos brincar para uma árvore especial (Sebastian) era uma árvore gigante (Tiago).
Foi muito divertido o nosso passeio (Rodrigo) e gostámos muito de fazer piquenique (Beatriz) e de brincar na árvore (Todos).


Projeto Pais “As minhas memórias de infância”
Recebemos na nossa sala os pais do nosso amigo Martim, que nos levaram a viajar pela Serra da Estrela, uma zona da região da Beira Alta.
Levaram-nos a conhecer a Serra da Estrela (Alexandre) com neve e tudo (Todos) e chuva (Joana R.), trouxeram o Leão (Sebastian) que é um cão de raça Serra da estrela (Martim) e, no fim da viagem fomos fazer um lanchinho (Bárbara) com queijo da serra (Matilde), com chouriços da serra (Tiago) e com presunto da serra também (Leonor) e comemos com tostinhas (carlota A.) e bebemos sumo e tudo (Carlota P.).
Foi uma manhã muito divertida, saborosa e com recheada de novas experiências, obrigada pais por connosco viajarem Descobrindo Portugal!



As nossas descobertas…


Decidimos brincar com as letras do nosso nome. E que divertidas ficaram…
No dia internacional da família, cada um de nós retratou e emoldurou a sua.
Brincámos às simetrias com os animais. Fizemos desenhos selvagens e originais.
O Castelo de São Jorge fomos visitar e com a ajuda da Marta, descobrimos o Castelo e a história de Lisboa de uma forma bem original. Subimos às muralhas e admirámos uma vista de cortar a respiração. Foi uma bela manhã.

Beijinhos do fantástico grupo de crianças dos 4 anos 1 J


Está a acabar a viagem…


…pelos símbolos de Portugal. Em abril conhecemos o cravo da “liberdade” e no 25 de Abril vimos muitas flores da Maria I.! Esta foi a informação que nos chegou por parte de alguns dos nossos pequenos descobridores.
Também ouvimos falar da andorinha da Constança, e da sua simbologia, muito simplificada, para o povo português. Para além de algumas imagens e canções, ainda explorámos diversas andorinhas decorativas.
Para fazer o ninho a andorinha junta raminhos das árvores e desta vez levava um raminho de oliveira, o símbolo da Carolina. A oliveira dá a azeitona, com que se faz o azeite. Com esta “deixa” fomos até ao Alentejo, a região que nos faltava conhecer.
Com a oliveira fechamos os nossos símbolos, mas estamos sempre atentos e disponíveis para novas viagens e descobertas!

A importância dos pais na vida escolar…


A família é o primeiro grupo social no qual a criança está inserida. Assim, é de fundamental importância que esteja presente em todas as etapas de desenvolvimento dela, participando na construção da sua personalidade. Por seu lado a escola é um dos primeiros ambientes em que as crianças encontram desafios e estabelecem relações sociais, por isso a participação dos pais é fundamental.
Esta ligação família–escola tem de funcionar como uma ponte, demonstrando à criança que a família e a escola são dois pilares muito importantes que caminham juntos para lhes proporcionar um ambiente em que se sintam compreendidos e confiantes.
Para promover estes momentos recebemos a mãe da Cíntia, que veio fazer bolo de iogurte.
Esta semana também aproveitamos para explorar o espaço da nossa Quinta e fomos até aos “caminhos”, todos adoraram!


Brincar é um assunto sério


Brincar é um fator essencial para o desenvolvimento físico, emocional, mental e social da criança.
Ao brincarem, não só estão a explorar o ambiente à sua volta como também a desenvolver a sua própria identidade. De um modo geral, o brincar e o jogar, não são mais do que uma fase de aprendizagem natural para a criança. Os jogos e a forma como a criança brinca contribuem por isso para o seu desenvolvimento global.





Relva, sol e ar livre


A partir do momento que a criança começa a andar, o seu desenvolvimento dá um salto em todas as áreas. Estimular este desenvolvimento com brincadeiras e atividades ao ar livre permite à criança explorar todo o seu potencial, adquirir hábitos de vida saudáveis e a respeitar a Natureza.  
A mobilidade da criança é acompanhada por um salto na memória e na capacidade de entendimento da mesma. O despertar da curiosidade, a oportunidade de fazer coisas novas e diferentes são muito importantes para a aprendizagem.
À medida que a criança cresce, o seu corpo alonga e modifica-se. As capacidades físicas evoluem e envolvem o aperfeiçoamento do equilíbrio, o desenvolvimento de movimentos flexíveis, a capacidade de lidar com vários tipos de terreno, o aumento da velocidade, a capacidade de parar e voltar a andar e de fazer várias coisas ao mesmo tempo.

Fizemos “Pão com Chouriço”


Juntamente com a sala dos 5 Anos 2, recebemos a visita do Sr. António que trabalhou na nossa “Quinta”, para “fazer Pão com Chouriço”, uma tradição saloia e também de outras regiões de Portugal, que gostámos de aprender. Foi uma manhã rica em aprendizagens e divertimento, e depois Hum! …Que delícia! Obrigada Sr. António, gostámos muito.


“O desenvolvimento de noções matemáticas inicia-se muito precocemente e, na educação pré-escolar, é necessário dar continuidade a estas aquisições e apoiar a criança no seu desejo de aprender. Esse apoio deverá corresponder a uma diversidade e multiplicidade de oportunidades educativas, que constituam uma base afetiva e cognitiva sólida da aprendizagem da matemática”. IN Orientações Curriculares para a Educação Pré Escolar, 2016.p.77
Concentração e muita atenção neste jogo de padrões e sequências, desenvolvendo o raciocínio lógico matemático.

Desta vez ouvimos a história “De que cor são os beijinhos?”, claro podem ser da cor que quisermos. Também ouvimos o poema “O Coelhinho calabois”, não é fácil contar e saltar de dois em dois, mas nós já vamos conseguindo.