quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O Meu Nome

Gostamos muito de escrever os nosso nome e escrevemos de várias formas, ora vejam lá…

“As primeiras imitações que a criança faz do código escrito tornam-se progressivamente mais próximas do modelo, podendo notar-se tentativas de imitação de letras e até a diferenciação de sílabas. Começando a perceber as normas da codificação escrita, a criança vai desejar reproduzir algumas palavras (o seu nome, o nome dos outros, palavras e/ou frases que o/a educador/a escreve, etiquetas, etc.). Aprender a escrever o seu nome tem um sentido afetivo para a criança, permitindo-lhe fazer comparações entre letras que se repetem noutras palavras e aperceber-se de que o seu nome se escreve sempre da mesma maneira.” IN Orientações Curriculares para a Educação Pré Escolar.2016.p.70.
“A atitude do/a educador/a e o ambiente que é criado devem ser facilitadores de uma familiarização com o código escrito. Neste sentido, as tentativas de escrita, mesmo que não conseguidas, deverão ser valorizadas e incentivadas, pois só assim as crianças poderão passar pelas diferentes fases inerentes à apropriação do código escrito”. IN Orientações Curriculares para a Educação Pré Escolar.2016.p.70.
Voltámos ao Minho

Pois foi, uma avó enviou-nos doçaria e charcutaria do Minho, as cavacas e um chouriço que ela própria fez com especialidades do Minho. Estava tudo delicioso. Muito obrigada.

Estávamos a assar o chouriço na assadeira quando perguntam: ”Estamos a fazer uma experiência? Eu acho que sim! Porquê? Porque tivemos que pôr álcool e depois acender com o fósforo para fazer o fogo…para assar o chouriço para ele ficar cozido. E agora já está a acabar o fogo…porque o álcool acabou!”

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Canção do indiozinho

Com Novembro chegou um Indiozinho à Quinta:

“O Indiozinho estava a chorar.
Queria um cavalo para montar.
Foi para o campo, à beira-rio.
Viu um cavalo cheio de frio.

O cavalinho estava a tremer.
O Indiozinho deu-lhe de comer.
Fez-lhe festinhas foi pró pé dele.
Trouxe uma manta. Dormiu com ele.

No outro dia partem os dois.
Ficam amigos sempre e depois.
O cavalinho galopa bem.
Gosta do dono que agora tem."

Andámos de burrito pelo país e, porque o cansaço já se fazia notar, poupámos o valente bicho e embarcámos no Comboio da Alegria.


Quem vem conosco? 

São Martinho

Para comemorar o São Martinho os meninos da sala dos 5 anos 1 vieram à nossa sala cantar uma canção sobre as castanhas.
Depois de cantarem, emprestaram-nos os instrumentos musicais que tinham usado para experimentarmos.
Para enfeitarmos a nossa sala a rigor, “pintámos” castanhas com lápis de cera.

Ao almoço comemos castanhas cozidas.
Estavam muito boas!


Partilhas de pijama!

Continuamos a partilhar, afetos, sentimentos e à nossa medida estimulamos a solidariedade. E se aliarmos o facto de podermos vir para a escola de pijama, dançar e partilhar doces momentos com os amigos… ainda melhor.
Assim, para assinalar o dia do pijama, realizámos uns “botões especiais”…
E com eles construímos a nossa “Árvore dos desejos”, onde cada um de nós pode partilhar o que quer ser quando for grande e o que mais gosta de fazer com a mãe e com o pai.
Juntamente com os amigos dos 4 anos 2, escutámos a canção da missão pijama e visualizámos a coreografia…
De seguida todos juntos… toca a mexer… toca a dançar…
Aos amigos e crescidas dos 4 anos 2 agradecemos a simpatia com que na parte da tarde nos acolheram. Juntos partilhamos bons momentos e saboreamos um delicioso lanche. De forma simples, mas significativa vivenciámos esta missão, pois… partilhando e experienciando… é sempre melhor.

Beijinhos do fantástico grupo de crianças dos 4 anos 1 J


S. Martinho

As tradições têm como objetivo a transmissão de determinados conhecimentos e valores de uma geração para outra, permitindo que conceitos e vivências possam perpetuar-se através dos séculos. Como Tal, fizemos questão de explicar às nossas crianças como é que, em alguns sítios do nosso país, se comemorava o S. Martinho: “fazia-se uma grande fogueira com caruma/sama/agulha( nome da folha do pinheiro) e as castanhas eram assadas nessa fogueira. Tinham um sabor espacial (Rute) 

Na nossa quinta também comemorámos o S. Martinho!
Os amigos da sala dos 5 anos 2 fizeram-nos uma surpresa, dramatizaram a Lenda de S. Martinho e cantaram canções alusivas a esta época festiva. No fim, juntos com os amigos da sala 3 anos 2, comemos castanhas assadas e bebemos água pé (groselha). Estavam uma delicia!

De forma a estimular/desenvolver a linguagem oral, a memória auditiva e criatividade, prendemos a adivinha da castanha e uma pequena lenga-lenga.


Missão Pijama 2017

O  dia do Pijama foi comemorado com muito entusiasmo.
Entre a canção, a coreografia e os jogos , passámos momentos muito divertidos. E isto para lembrar que toda a criança tem o direito a ter uma família. E é bom abraçar esse sonho que com a ajuda de todos fará com o sonho dessas crianças se torne uma realidade.
Obrigada, famílias!!!






São Martinho e a “Mala Viajante”

Para assinalar o São Martinho rasgámos jornal e colámos numa folha para simbolizar os cartuxos das castanhas assadas. Por cima colámos uma castanha grande e pintámos com uma cor à escolha. Nesta simples atividade estiveram implícitos diversos conteúdos, nomeadamente a motricidade fina (rasgagem, colagem e pintura com pincel), noções de espaço (colar os pedaços de jornal na folha e pintar dentro da castanha), autonomia e realização de escolhas (onde pintar/ colar, que cor utilizar, etc.), competência de leitura (identificação da imagem/ associação ao fruto) e interesse em aprender (sobre uma tradição portuguesa, o São Martinho).


Também fomos viver o São Martinho com a sala dos bebés 1 para assistir a uma atuação dos 5 anos 1 com uma canção dentro da temática. Estivemos muito atentos J
Quando acabou a atuação fomos convidados a realizar uma atividade conjunta com os bebés. Estivemos a desenhar e a “matar” saudades dos amigos mais novos. Obrigada!
A nossa “Mala Viajante” já começou a viajar de casa em casa, a primeira a levar a mala foi a Beatriz que acrescentou à nossa mascote uma guitarra portuguesa. Nos registos, a Beatriz falou-nos de Alfama, um bairro com muita história e muito associado ao fado. No computador ouvimos o fado “A avozinha”, um fado que a mãe da Beatriz lhe canta muito. Ficamos a aguardar a mãe da Beatriz na sala para a ouvirmos cantar este fado.


Viagens na minha terra

A par do tema anual “Descobrir Portugal”, começaram as viagens na minha terra. Projeto a ser desenvolvido pelas famílias, com o objetivo de trazer para a nossa sala um bocadinho do nosso país, de uma forma simples e acessível aos nossos pequenos exploradores.
Começámos por Cascais e descobrimos que Cascais tem praia:
… barcos de pesca:
… e um farol:
No final fizemos as famosas areias de Cascais, que nos souberam tão bem…


Dia Nacional do Pijama

Foi no dia 20 de novembro de 1959 que foi declarada a Declaração Universal dos Direitos das Crianças. E, passados todos estes anos nem sempre os direitos das crianças são salvaguardados e assegurados. Este dia pretende chamar a atenção para as crianças institucionalizadas e o quão importante seria se houvesse mais famílias de acolhimento.
O dia 20 de novembro é um dia especial para nós. Neste dia vamos para a creche vestidos de pijama.
E, cada uma das nossas famílias possibilitou que este dia fosse ainda, mais especial e saboroso. Trouxeram bolachinhas e bolinhos para partilharmos com todos os nossos amigos, que também são a nossa “família” na creche.
Os Botões e a Nuvem
A história do Botão Invisível foi contada (muito reduzidamente) em PowerPoint, ouvimos a música dos ATOA e brincámos com botões de diferentes cores. 
No dia do pijama brincámos com uma nuvem gigante. 





Um obrigado muito espacial a todas as famílias do grupo!

Mais uma família na sala

Esta semana tivemos a participação de mais uma família no nosso projeto de sala: a família do Francisco, que nos veio falar sobre a região da Guarda.
Além de aprendermos mais um pouco sobre esta região, no final fomos presenteados com um poema acompanhado à viola. 

Deixo-vos com algumas fotos dessa atividade e aproveito para agradecer a esta família a sua disponibilidade e partilha de saberes.

Na nossa sala fizemos uma atividade de exterior: ”Caça ao círculo”, na qual as crianças tinham de encontrar essa forma. Ora vejam 


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

“Pontapé de saída”

Demos literalmente o pontapé de saída para o nosso tema anual, com a ajuda das famílias, vestimo-nos a rigor e fizemos um jogo de futebol “do Portugal”…
Portugal é o nosso país e “eu sou o Cristiano Ronaldo”!

O cabide do Evanilson tem a bola “do” portugal.

Depois da “bola do Portugal”, olhámos com muita atenção para a bandeira portuguesa e descobrimos que é verde e vermelha e lá dentro tem castelos, como o cabide da Ana…


Quem vive nos castelos são os reis e as princesas. Conhecemos o rei Afonso que vive no nosso castelo e tinha uma espada para defender Portugal.

Com isto já conhecemos dois dos símbolos do nosso país, a bola e os castelos.


Também vivemos a tradição do São Martinho. Juntamente com os amigos da sala dos bebés2 recebemos a sala dos 5 anos2 que nos apresentou algumas canções e representou a lenda do S. Martinho.
No final vimos, cheirámos, mexemos e comemos castanhas!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

S. Martinho

Esta semana festejámos como é habitual, o magusto na nossa quinta.

No inicio da semana falámos sobre a castanha e explorámos cor, forma, textura, árvore donde é proveniente e acabámos com uma atividade de expressão plástica na qual as crianças levaram 3 castanhas simbólicas para partilhar com a família. 

No dia em que festejámos o magusto recebemos a visita das crianças de outra sala (5 anos 1). Ouvimos a lenda de S, Martinho e presenteámos estas crianças com a dramatização da lenda 


e depois eles ensinaram-nos uma canção sobre o magusto. Foi uma oportunidade de partilha sempre muito agradável entre salas. Recebemos ainda a visita das crianças dos 4 anos 1 e todos juntos no alpendre, cantámos, comemos castanhas e bebemos água pé (sumo de groselha) festejando assim o nosso magusto.