quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Basquetebol

Nas nossas aulas começamos a trabalhar com uma bola mais leve e de tamanho aproximado da bola de basquetebol (bola de aprendizagem de voleibol), isto para aproximar a experiência o mais possível ao basquetebol.
O primeiro exercício foi sentado no chão a bater a bola utilizando ambas as mãos.
Com o começo da capacidade de driblar (bater a bola no chão usando as mãos) vamos aumentar a distância ao solo e usar uma só mão (neste casa a mão dominante).
Para ajudar no controle da bola podemos também realizar o drible na parede assim aumentando o tempo de contacto visual com a bola.
Com o aumentar da idade e capacidade motora vamos colocar em pé e driblar a bola junto do nosso corpo mantendo o controlo sobre a mesma, podendo aumentar a dificuldade alternando a mão com que se realiza o drible.
O resultado final será um drible constante, controlado e com movimento (esquerda, direita, andar, correr, mudanças de direção…).


Halloween

Doces ou travessuras, tivemos todos uma surpresa assustadora quando chegamos ao nosso ATL para almoçar, pois fomos servidos por bruxinhas, comemos pizzas de aranhas e o refeitório estava bastante assustador… aqui ficam algumas imagens desta nossa aventura arrepiante…





sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Descobrir Portugal – Minho

Começámos a descobrir o nosso Portugal. E começámos mesmo lá por cima, pelo Minho.
Ouvimos os cantares do Minho e o som do cavaquinho. 



Tocámos e saboreámos o traje de minhota. 



E, assim demos início a esta aventura de descobrir o que de melhor tem o nosso país.

“Descobrindo Portugal”

Começámos a nossa viagem por Portugal! Partimos da nossa quinta, no nosso autocarro, com a Luísa ao volante com destino ao Minho.
A primeira paragem foi em Braga, fomos conhecer o Bom Jesus de Braga (Matilde), é um monumento muito importante (António), tem muitas escadas (André) e ao pé tem um grande lago (Bárbara onde podemos andar de barco (Carlota P.).
 Pelo caminho percorremos estradas com muitas subidas e descidas, com muitas curvas e com algumas retas.
Fizemos assim o nosso percurso, ilustrando-o com grafismos estimulando a coordenação óculo-manual e a motricidade fina.

Depois, noutro dia seguimos viagem e fomos até Viana do Castelo, mas desta vez com a ajuda da Goretti (Duarte) a nossa cozinheira (Alexandre), a Goretti nasceu em Viana do Castelo (Bárbara) e veio à nossa sala (Matilde) mostrar-nos um vestido que era uma saia (Afono) umas chinelas (Carlota P.) uma camisa (Afonso) em lenço (Carlota P.) e muitos ouros (Afonso) e também tinha um bolso (Tiago).Essa roupa é o traje do Minho (Martim) e eu vesti a roupa para mostrar aos amigos (Bárbara).
Falou-nos da comida de lá (Bárbara) e soubemos que comem arroz de sarrabulho (Sebastian) peixe (Santiago), torta de claras (Matilde e pão de ló (Sebastian).)
Explicou-nos também que todo o habitante tem a sua horta (Bárbara) e trabalham nas fábricas (Raquel), nas lojas (Bárbara) e também vivem da pescaria (Martim) e da terra (André) e também criam aninais (Raquel).
No dia seguinte a mãe da nossa amiga Leonor trouxe-nos um Pão de Ló do Minho e músicas minhotas para nós ouvirmos e, uns postais de Braga que colocámos no nosso placard.
Obrigada mãe Marta, o Pão de Ló estava delicioso (Sebastian)!
Projeto Bolotas da Quinta…
Terminámos a nossa semana a fazer uma experiência…

… selecionar as bolotas boas das que não servem para “espigar”. Colocámos as bolotas em água e as que estavam boas para semente tinham de ficar no fundo e as que não prestavam flutuavam. Depois colocámos num saco no frigorifico e, agora vamos esperar que espiguem para podermos plantar e nascerem carvalhos para podermos contribuir na reflorestação do nosso país. 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Ouvir, ver, contar e partilhar

O nosso grupo adora histórias e motivado por este seu gosto nasceu o projeto “ouvir, ver, contar e partilhar”, que consiste em partilhar a história da semana com as famílias, de modo a que os nossos pequenos levem mais um bocadinho das suas vivências na creche para casa…
O livro vai circulando pelo grupo durante a semana e na semana seguinte começa pela criança que não levou na semana anterior. A única dificuldade por vezes é explicar que a história não pode ir sempre para a casa da mesma criança!
Embora todos os dias aconteça a hora da história, temos aproveitado também a história da semana para trabalharmos a leitura e a escrita, assim como o vocabulário e a expressão da linguagem.



Missão Pijama


Já se encontra disponível a dança/canção da missão Pijama- 2017

A letra:
“Família"

É difícil entender e ninguém repara 
Na importância da família e de uma casa 
Não há desculpa para não fazer nada 
Será mais forte o que nos une ou que nos separa? 

E é mais forte o que nos une. 
Olhar para trás e ver que o tempo passou 
Filho és, pai serás e talvez avô 
Eu juro que acredito que vou ver um dia 
Toda a gente a sorrir na foto de família 

Todos juntos conseguimos mudar 
Acolher é dar amor, sê bem-vindo ao nosso lar 
Então não fiques parado apenas a olhar 
Muda a tua atitude, já estás a ajudar 

É difícil entender e ninguém repara 
Na importância da família e de uma casa 
Não há desculpa para não fazer nada 
Será mais forte o que nos une ou que nos separa? 
E é mais forte o que nos une. 

Não, eu assim não aguento 
Toda a criança merece um abraço com sentimento 
Dentro de quatro paredes um adulto atento 
Às passadas que ela dá no seu crescimento

Podes fazer a diferença com um simples ato 
Porque onde vivem três pessoas podem sempre viver quatro 
Podes mudar o mundo por isso pensa bem 
Na alegria que é saber que mudaste o mundo de alguém 

Acreditaste, confiaste, não foi fácil, mas no fim tu ajudaste 
Hoje em dia ainda pensas como teria sido 
Se não tivesses ajudado quando foi preciso? 

É difícil entender e ninguém repara 
Na importância da família e de uma casa 
Não há desculpa para não fazer nada 
Será mais forte o que nos une ou que nos separa? 
E é mais forte o que nos une.

"Uma criança tem direito a crescer numa família"

Projeto “bolota”

Depois da recolha das bolotas, foi necessário escolher aquelas que são potencialmente boas. Para isso colocámos as bolotas dentro de um recipiente com água. As que ficaram a flutuar foram eliminadas e das que ficaram no fundo eliminámos as que tinham buraquinhos das lagartas. E as nossas sementes aguardam o momento de ir para a terra…




Descobrir Portugal…aqui por perto

Somos pequeninos e os conceitos abstratos ainda são muito difíceis para nós, por essa razão é importante começarmos a nossa viagem por Portugal com situações próximas e significativas para as crianças. Por isso começámos pela nossa Quinta, fomos conhecer alguns espaços onde habitualmente não vamos, como a cozinha, a secretaria, as outras salas e também conhecemos novos amigos e crescidos. Descobrimos que a nossa Quinta é muito grande e tem muito para explorar. Obrigada a todos os que nos receberam com o seu melhor sorriso J



Explorámos uma bandeira “gaaaande” ao som do fado “Uma casa portuguesa” de Amália Rodrigues e para um momento de retorno à calma após uma ida à “Caça do Urso” (história) que implicou vários deslocamentos e muita emoção.
Terminámos a semana envolvidos numa boa causa, um projeto que a Quinta está a abraçar com o objetivo de reflorestar o nosso Portugal, tão fustigado pelos fogos. Algumas salas estiveram a apanhar bolotas na Quinta, que posteriormente foram distribuídas por todas as salas. Na nossa sala observámos as bolotas e mergulhámo-las em água para selecionarmos as que estão boas para mais tarde as plantarmos. Estivemos com tanta atenção, que agora, sempre que vamos à rua e encontramos bolotas vamos mostrar às crescidas e perguntar se estão boas.J


Explorando :) as bolotas

Por cá continuamos a explorar o que nos rodeia.
Desta vez fizemo-lo com…bolotas!
Tínhamos à nossa disposição: bolotas, caixinhas, colheres, o espaço envolvente e os nossos sentidos!
Depois foi só explorar e descobrir: sentir a textura, encher caixinhas, esvaziar caixinhas, experimentar onde cabem ou não cabem, …


 E porque há sempre mais que podemos experimentar, pusemos a mão na massa e fizemos biscoitos de bolota para mais tarde provarmos junto com os nossos papás.


É através do brincar que a criança descobre, pensa, partilha, comunica, estabelece as bases do seu crescimento e evolução.

Para ficar no cérebro tem que passar pelas mãos, corpo e coração.

Começaram as viagens!

Portugal começámos a descobrir e explorar.
Segundo os nossos pequenos exploradores:
“Fomos de avião. Depois fomos de barco, de uma ilha para outra. Estamos numa ilha. Porque está dentro de água… temos água por todos os lados. Tem casas que parecem triângulos, com palha nos telhados. O fruto que lá há é a banana. E a flor é a estrelita… não… estrelícia. E o Cristiano Ronaldo nasceu lá e os pais dele estão lá.”
Já conseguem adivinhar por onde começámos a viajar?
Fomos até à Madeira! Obrigado a todos os pais que nos têm ajudado a enriquecer estas viagens.

E a consciência ecológica continuamos a fomentar,
E desta vez às bolotas “banho” fomos dar.
Tivemos que separar as que flutuavam ou não.
Pois este 2º passo faz parte de uma grande missão.

Mais novidades iremos continuar a partilhar… para perceberem o porque de tantas voltas às bolotas andarmos a dar.



Beijinhos do fantástico grupo de crianças dos 4 anos 1 J

Bolota a bolota…

Somos pequeninos mas queremos ajudar a reflorestar PORTUGAL
Numa atitude de sensibilização para a proteção do meio ambiente, iniciamos este tema na nossa sala. Falamos sobre a importância da árvore e em como poderíamos contribuir para minimizar os dados causados pelos incêndios que este ano assolaram o nosso país.
Descobrimos que no parque da nossa quinta existe um carvalho e ficamos a saber um pouco da história desta árvore sobre a sua capacidade de resistência a grandes intempéries, E foi assim, que numa bela manhã as crianças da Quinta se juntaram no parque para fazer a recolha do fruto deste castanheiro: as bolotas.

Posteriormente essas bolotas foram distribuídas pelas salas e quando recebemos as nossa tínhamos de verificar quais as que estavam em condições de germinar. Foi então que fizemos na nossa sala uma atividade de flutuar e afundar fazendo assim a seleção das mesmas. Deixo-vos com algumas imagens dessa atividade.



Continuamos a aventura por Portugal com a canção do Porquinho:

“O porquinho foi ao Mercado
 Sem ter nada para comprar.
 Comprou uma cadeirinha
 Para a irmã se sentar.

 A irmã se sentou
 A cadeira rebentou.
 O porquinho ficou triste
 Com o dinheiro que gastou.”

De tanto tanto andar, a Braga, o Porquinho foi parar. Pelo caminho, encontrou triquelitraques, violas braguesas e cavaquinhos Apanhou boleia de um burrinho. “Arre burrinho, are xóxó”. Os Porquinhos são valentes, mas há que descansar.


 
“Indo eu por Braga acima, ai
 Ouvi cantar e parei
 Ó Ana, Ó linda Ana, ai
 Ouvi cantar e parei.

Uma cantiga tão linda, ai
Quem a cantava, não sei
Ó Ana, ó linda Ana ai
Quem a cantava, não sei.

No palácio da rainha, ai
Quem a cantava era o rei
Ó Ana, Ó linda Ana, ai
Quem a cantava era o rei.”

Para onde iremos viajar nos próximos dias?

Aguardem!!!


Entre Bolotas, Dinossauros, a Escrita e a Matemática

Num dia destes fomos apanhar bolotas ao Parque, onde temos um grande carvalho. Na sala, conversámos sobre a importância das árvores no nosso planeta e sobre os incêndios em várias terras do nosso Portugal, que andamos a descobrir. Colocámos as bolotas dentro de água e vimos que umas flutuavam e outras não, as que ficaram no fundo irão ser aquelas que vamos semear, mas primeiro temos que as colocar num sítio fresco, para poderem germinar. Iremos dando notícias das nossas bolotinhas.
 Também experimentámos colocar vários objetos dentro de água e vimos que “estes vão ao fundo porque são mais pesados” e “aqueles são leves e ficam em cima a flutuar”. Também vimos a bonita história do “O Jaime e as bolotas”.
Esta semana tivemos a visita de uma mãe que nos veio falar da origem da Terra, o nosso planeta, onde está Portugal. E também sobre dinossauros, vimos imagens, livros e brincámos com os dinossauros. Gostámos muito e foi muito divertido, obrigada à mãe que nos proporcionou esta manhã rica em aprendizagens.
A brincar com os legos aprendemos muito sobre noções espaciais e através de uma pequena história construímos pontes, escadas, mesas e bancos…em cima, em baixo, ao lado, atrás, à frente, dentro, fora…
Relativamente à escrita andámos “às voltas” com o nosso nome, o primeiro e último nome, as rimas, os batimentos silábicos, palavras começadas por…, conhecer o nome/som das letras do nosso nome, realizar registos escritos das atividades, visitas, etc…
“O contato com o texto manuscrito e impresso nos seus diferentes formatos, o reconhecimento de diferentes formas que correspondem a letras, a identificação de algumas palavras, permitem uma apropriação da especificidade do código escrito. Assim, as crianças poderão compreender que o que se diz se pode escrever, que a escrita permite recordar o dito e o vivido, mas constitui um código com regras próprias” In Orientações Curriculares para a Educação de infância.1997.p.70.